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sexta-feira, outubro 17, 2014

começo aos poucos...

... a sair do marasmo que tenho estado desde a defesa da dissertação (março'14)!

Já despontam algumas ideias para desenvolver projectos interessantes, a título pessoal, que estão a deixar -me "inquietamente" animada!!!!

E começa assim, com "simples" frases ou pensamentos de outros (não, não sofro de angústia da influência * pelo menos ainda não!), como:

Hay una oculta comunicación en todo lo que es próximo(Eduardo Chillida, 2005)



"Cuando comienzo una obra casi no veo a dónde me dirijo. No veo sino cierta figura de espacio de la que, poco a poco, se destacan algunas líneas de fuerza. La forma al principio es casi como un aroma indefinido que se impone a medida que va precisándose. Guiado sólo por un aroma." (Eduardo Chillida, 2005)

Já não era sem tempo, estar muito tempo parada, não me faz bem!

*  "The Anxiety of Influence" Harold Bloom

K&H

quarta-feira, outubro 01, 2014

segunda-feira, dezembro 09, 2013

i'm back...

... tanta coisa em tão pouco tempo!!!
Coisa entregue e mudança feita... demasiada informação ao mesmo tempo e uma pessoa sente-se como um computador com excesso de informação com a "ampulheta" a andar lentamente...

Hoje o Google nos lembra Grace Hopper e da informação disponível, retirei duas frases geniais desta grande mulher:

Humans are allergic to change. They love to say, "We've always done it this way." I try to fight that. That's why I have a clock on my wall that runs counter-clockwise.
e
You don't manage people, you manage things. You lead people.

Uma boa semana a todos!

K&H

terça-feira, janeiro 31, 2012

Feel alive [Cosmo Klein]

é impossível ficar indiferente a isto:


I know that we'll change
We'll take our time to rearrange
There's no need to preach
Your worries will be out of reach

Don't waste your time
Let go of all them everyday crimes
We seem to live, forget to give
We have to learn how to forgive


Nothing's gonna be bad if you're up to something good
And if it's gonna be bad we'll turn it into something good

Nothing's gonna be bad if you're up to something good
And if it's gonna be bad we'll turn it into something good
I just want you to feel


So alive! so alive!
Baby, I just want you to feel alive!
So alive!
Baby, I just want you to feel alive!
So alive!
Baby, I just want you to feel alive!
So alive!
Baby, I just want you to feel alive...

To feel alive [5x]

Don't waste your time
Let go of all them everyday crimes
We seem to live, forget to give
We have to learn how to forgive
Nothing's gonna be bad if you're up to something good
And if it's gonna be bad we'll turn it into something good


I just want you to feel

So alive
So alive

So alive, so alive
Baby, I just want you to feel alive
So alive
Baby, I just want you to feel alive
So alive
Baby, I just want you to feel alive
So alive
Baby, I just want you to feel alive


To feel alive [4x]






H&K

quarta-feira, abril 13, 2011

O mundo dos homens

Capítulo 1

Infância


Lembro-me” (embora acredite mais que “fazem-me lembrar” de tantas vezes que me disseram e contaram histórias da minha infância) que desde bem pequena gostava de fazer as coisas ao jeito dos meninos. Quer dizer, há já uma fase que aí sim lembro-me bem, era uma autêntica “maria-rapaz”!

Passava os dias de férias na rua, a correr, jogar à bola, bolas de gude (berlindes ou bilhas em português de Portugal), futebol de botão, volleyball, etc.. Voltar para casa toda suja por andar brincar de pique-esconde onde os meus esconderijos predilectos era a trepar muros e enfiar-me debaixo dos carros estacionados na rua.
Quando foi a fase dos patins, ui! Calçava-os de manhã depois do café-da-manhã e só os descalçava à noite antes de tomar banho e ir jantar (o que deveriam de ser +/- uma 9 a 10 horas diárias com os patins nos pés!); isto se a minha mãe não estava em casa, a trabalhar, porque quando estava também de férias obrigava-me a tirar os patins para almoçar e não lhe riscar o chão todo. (Ah! O tempo de férias da minha mãe também deixa saudades, mas fica para outro post…)

Entre os meus amigos incluíam-se alguns dos amigos do meu irmão, mais velho que eu 7 anos; era com eles que ia na maioria das vezes à praia, onde eu desempenhava a função de… mascote; a tomar conta das toalhas enquanto iam a banhos, que diga-se era quase todo o tempo em que estávamos na praia, eles estavam na água. De vez em quando lá aparecia o meu irmão ou algum deles que por qualquer motivo lembravam-se da “guria a estorricar na toalha sob o sol de 450“ (ou mais como em qualquer praia da bela Cidade Maravilhosa!) e lá deixavam-me ir 5 minutos ao mar, eu quase já com alucinações de tantas horas ao calor sem poder abandonar as toalhas e pertences para ir refrescar-me…

Pensando bem não sei que raio poderia fazer caso algum marginal aparecesse para assaltar o “nosso acampamento”; e era mesmo eu, enfezadinha como era (a minha alcunha era "Olívia Palito" a namorada do Popey), que o iria defender!!! Como se desse um rodopio e me transformasse numa "Mulher Maravilha" cujo laço prendia os bandidos! Sim devia ser isso!

Oh!!, mas se me chateavam, brigava como os rapazes, ao soco, pontapé e de irmos ao chão a esmurrarmo-nos… Infelizmente algo que tive de deixar de fazer quando comecei, para minha grande infelicidade, a ganhar "maminhas" (crescerem-me os seios).


(tem continuação...)


sexta-feira, agosto 20, 2010

Pensamento

"To be happy is to be able to become aware of oneself without fright."

Walter Benjamin