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quarta-feira, janeiro 29, 2014

Semanário "Mundo Literário" disponibilizado na Hemeroteca digital de Lisboa

A Hemeroteca Digital de Lisboa disponibilizou a coleção digital dos 53 números [N.º 1 (11 Mai. 1946)-n.º 53 (1 Mai. 1948)]  do semanário de crítica literária "Mundo Literário" que teve na direção Jaime Cortesão Casimiro.

Mundo Literário (n.º 1 - 11 Mai. 1946) imagem da Hemeroteca de Lisboa
Nota de Apresentação do semanário
"O seu subtítulo, “semanário de crítica e informação literária, científica e artística”, elucida desde logo quanto à abrangência dos seus conteúdos, numa perspetiva de divulgação expressa no editorial do número 1, em que a revista se propõe “ser, entre a arte, a ciência e a literatura de um lado, e do outro o público, o terreno comum”. A sua existência foi interrompida em Maio 1948 (após um 53.º número que surge 1 ano após o anterior) por motivos financeiros mas também, alegadamente, por intervenção da censura. (...)

Imagem Hemeroteca Digital
Mundo Literário N.º 1 - Maio 1946
Contou com a colaboração Carlos Drumond de Andrade, Adolfo Casais Monteiro, Alexandre O’Neill, Eugénio de Andrade, Matilde Rosa Araújo, Fernando Namora, Alves Redol, Joel Serrão, Jorge de Sena, Jacinto do Prado Coelho, João Gaspar Simões, entre muitos outros."

Mais informações sobre esta importante publicação podem ser consultadas na Ficha Histórica preparada por Helena Roldão.

K&H

sexta-feira, agosto 30, 2013

"A Gazeta de Lisboa" (1715-1750) - disponível na Hemeroteca Digital

Bom dia!

Recebi ontem a newsletter da Hemeroteca de Lisboa a informar que já disponibilizaram mais edições de A Gazeta de Lisboa, que é 
"não só uma das publicações periódicas portuguesas mais antigas (com início de publicação em 1715), como um exemplo de longevidade (publicada até 1833). Foi redigida, desde a sua origem, por José Freire de Montarroio Mascarenhas, que se manteve à frente da publicação até 1760, data da sua morte.

Este semanário surge como fonte incontornável para a história de mais de um século do mundo ocidental, cobrindo períodos de intensa actividade diplomática e bélica. Até ao surgimento, em 1820, do Jornal do Governo, a Gazeta de Lisboa era o mais importante periódico oficial de informação política português. Contém ainda informação sobre livros postos em circulação em Portugal."

Não sei quanto a vós, mas eu gosto muito de ler publicações antigas deste género. Podemos notar a evolução/alterações da língua portuguesa, obter informação histórica, conhecer hábitos e costumes de época, etc.; como podem verificar na imagem abaixo.



A Gazeta , N.º 1 ao n.º 4, Agosto, 1715

Quem quiser dar uma espreitadela, é só clicar nos links acima e conferir. A consulta é disponibilizada em dois formatos, o HTML e em PDF.
Sendo que neste caso o formato HTML é, quanto a mim, mais simpático permitindo uma melhor leitura (c/zoom) e mais facilidade de "folhear" a obra; enquanto o PDF torna-se ideal se a pessoa pretende imprimir e ler em papel, sublinhar, etc.

Boas leituras!

K&H
maria

quarta-feira, agosto 24, 2011

"A Biblioteca de Babel" - Jorge Luís Borges [Obrigada Google!!] Homenagem


"O universo (que outros chamam a Biblioteca) constitui-se de um número indefinido, e quiçá infinito, de galerias hexagonais, com vastos poços de ventilação no centro, cercados por varandas baixíssimas. (...)"
[The universe (which others call the Library) is composed of an indefinite and perhaps infinite number of hexagonal galleries, with vast air shafts between, surrounded by very low railings. ...]

Jorge Luís Borges in A biblioteca de Babel, 1972



Informações sobre a obra de Jorge Luís Borges:

Christ, Ronald, Jorge Luis Borges, The Art of Fiction No. 39 (entrevista a J.L.Borges em 1966)


"No one realized tha the book and the labyrinth were one and the same ..." Borges
Imagem retirada do blogue Thinker Free

K&H

quinta-feira, agosto 05, 2010

Falando de mim

Hoje deparei-me com esta frase da Lygia Fagundes Telles:

"Enriqueço na solidão: fico inteligente, graciosa e não esta feia ressentida que me olha do fundo do espelho. Ouço duzentas e noventa e nove vezes o mesmo disco, lembro poesias, dou piruetas, sonho, invento, abro todos os portões e quando vejo a alegria está instalada em mim." In «As Meninas»
E não é que o mesmo se passa comigo?